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O Cigarro e o Cinema

Por 17 de outubro de 2017Notícias

Desde os primórdios do cinema, o cigarro foi utilizado como símbolo de glamour, tendo como ápice o período que compreende os anos 1930 e 1960. Nessa época, as produções hollywoodianas associavam o fumo ao sucesso e ao dinheiro.
Filmadas em preto e branco, as produções noir eram repletas de detetives, damas misteriosas e criminosos – em comum, todos tinham o cigarro e os ambientes esfumaçados que frequentavam.
A Primeira Guerra Mundial transformou o público consumidor ao introduzir as mulheres no mercado de trabalho. Uma das primeiras marcas lançadas para elas foi o Marlboro, que décadas depois seria associado à macheza do cowboy. Em pouco tempo, as mulheres descobriram que o gesto de fumar poderia ser uma nova forma de sedução. E as empresas glamourizaram ao máximo as baforadas femininas.
O cinema foi uma bênção para os fabricantes de cigarro e o associou ao sexo de uma vez por todas. Como não se podia nem exibir beijos na tela, os insinuantes gestos femininos ao fumar substituíram as cenas picantes. Toda estrela tinha pelo menos uma foto no portfólio segurando um cigarro. Aos poucos, a associação cinema-cigarro profissionalizou-se: atores e diretores recebiam cachê para incluir baforadas nos filmes.

Impossível pensar em um filme campeão de bilheteria nas décadas de 80 e 90, sem que não tenha um ator ou uma atriz fumando, inclusive e principalmente os de papeis principais. Era tão envolvente as cenas e com tanta ostentação que instigavam todos a fumarem, esses números eram demonstrados nos adeptos que criavam um gráfico extremamente inclinado de ascensão.
O Cinema Brasileiro não diferente dessa história, retrata em filmes o que é uma realidade na cultura Brasileira, ou seja, o cigarro estava no Brasil e no mundo muito antes do cinema e, pela lógica, o cinema que incorporou o cigarro.

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